Chapa eleitoral

Andréia Wagner pode ser vice de Jayme Campos; Max Russi diz que apoiará qualquer decisão da esposa

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi, afirmou que apoiará qualquer decisão da esposa, a prefeita de Jaciara, Andréia Wagner, caso ela aceite disputar o Governo de Mato Grosso como vice em uma possível chapa encabeçada pelo senador Jayme Campos.

A possibilidade ganhou força após Andréia se filiar ao Podemos no último sábado (7), durante um grande ato político realizado em Cuiabá, organizado pelo próprio deputado, que recentemente assumiu a presidência estadual da sigla.

Em entrevista nesta semana, Max Russi afirmou que o convite para que a prefeita componha a chapa de Jayme Campos não é recente e já teria sido feito em outras ocasiões pelo senador.

Segundo o parlamentar, a decisão cabe exclusivamente à prefeita.

“Essa é uma decisão dela. Não foi a primeira vez que o Jayme fez esse convite, inclusive já falou disso aqui na Assembleia. O que ela decidir terá todo o meu apoio. Se ela decidir seguir esse caminho, estarei ao lado dela no projeto”, afirmou.

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Caso aceite o desafio de disputar a eleição estadual como vice-governadora, Andréia terá que renunciar ao mandato de prefeita de Jaciara, cidade localizada a cerca de 144 quilômetros de Cuiabá. Max destacou que a decisão é delicada justamente pelo momento administrativo vivido pelo município.

“Não é uma decisão fácil. Ela vem fazendo um grande mandato como prefeita, com várias entregas e muitos projetos em andamento. Mas é uma mulher forte, de personalidade, e vai tomar a decisão que achar melhor”, disse.

Nos bastidores da política mato-grossense, o nome de Andréia Wagner passou a ser cogitado como possível vice em uma eventual candidatura de Jayme Campos ao governo estadual, movimento que poderia ampliar a base política do senador e fortalecer o projeto eleitoral para 2026.

Apesar das conversas, Max Russi pondera que ainda é cedo para definições e lembra que o cenário político pode mudar até o período das convenções partidárias, previstas para julho.

“A política é a arte do diálogo. Nada está descartado até as convenções. Agora começam as conversas, os alinhamentos e as tratativas. As definições reais acontecem em julho”, concluiu.

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