A suplente de deputada federal Gisela Simona (União) negou que tenha recebido convite do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) para compor uma eventual chapa como candidata a vice-governadora nas eleições de 2026.
O nome da parlamentar passou a ser citado nos bastidores após Pivetta afirmar que pretende ter uma mulher ocupando a vaga de vice em sua composição. Apesar disso, Gisela afirmou que não houve qualquer tratativa oficial sobre o assunto.
“Não teve nenhuma conversa. Mas também torço que seja uma mulher. Acredito que Mato Grosso e todos os partidos e grupos políticos precisam colocar mulheres em espaços importantes de protagonismo”, declarou.
A suplente, que se prepara para disputar uma vaga na Câmara Federal, afirmou que antes de qualquer discussão sobre composição de chapa existe uma questão interna a ser solucionada dentro do próprio União Brasil.
“Sou do União Brasil e temos um problema interno primeiro para resolver, que é a candidatura majoritária”, disse, em referência à indefinição da legenda sobre apoiar Pivetta ou lançar o senador Jayme Campos como candidato ao Governo de Mato Grosso.
O impasse dentro do partido deverá ser definido durante a convenção partidária, prevista para o dia 5 de agosto, um dia antes do prazo final estabelecido pela legislação eleitoral.
Questionada sobre qual caminho defende para o União Brasil, Gisela evitou declarar apoio a uma eventual candidatura de Jayme Campos ou à aliança com Pivetta. A parlamentar afirmou que seu foco, neste momento, está na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados.
Mesmo sem confirmar qualquer possibilidade de composição, Gisela reforçou a defesa de maior participação feminina nos espaços de decisão política e avaliou que a escolha de uma mulher para a vice-governadoria seria um avanço para o Estado.



























