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Secretário de Meio Ambiente de Várzea Grande rebate críticas de vereador sobre falta de atendimento

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O secretário de Meio Ambiente de Várzea Grande, Ricardo Amorim, respondeu às críticas feitas pelo vereador Adilsinho (Republicanos), presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara Municipal. O parlamentar alegou que a Secretaria não estaria atendendo adequadamente as demandas encaminhadas, especialmente em relação a denúncias sobre despejo irregular de dejetos na rede de esgoto e mau cheiro em áreas urbanas do município.

Durante sessão na Câmara, Adilsinho afirmou que encaminhou um ofício à pasta cobrando providências, mas não obteve retorno. “Levo as demandas para o secretário, converso com ele, ele diz que vai resolver e não resolve. Ele fica na inércia dentro da secretaria e não age diante dos problemas de dejetos jogados na rede de esgoto, mau cheiro de coisas que eu nem sei o que são”, declarou o vereador.

Em resposta, Ricardo Amorim afirmou que sempre se pauta pelo diálogo e que busca atender a todos os vereadores sem distinção. Ele esclareceu que algumas demandas não são de responsabilidade direta da Secretaria de Meio Ambiente, mas mesmo assim procura acompanhar e encaminhar aos órgãos competentes.

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“Eu pauto meu trabalho em atender todos os vereadores sem distinção. Quando um pedido não avança, é porque não compete à minha secretaria, mas mesmo assim eu acompanho e tento encaminhar a solução”, explicou Amorim.

O secretário também destacou que não tem recebido muitos pedidos por parte do vereador Adilsinho e que, até o momento, não teve acesso ao ofício mencionado. “As demandas que ele passou foram poucas. Até hoje não recebi essa intimação citada, mas, se foi encaminhada, vou recebê-la da melhor forma e dar o devido encaminhamento”, completou.

Ricardo ainda esclareceu que a pauta citada, relacionada ao esgoto, é, na verdade, de competência do Departamento de Água e Esgoto (DAE), embora a Secretaria de Meio Ambiente acompanhe os casos em que houver indício de dano ambiental. “Se for um caso de esgoto, isso é com o DAE, mas se tiver dano ambiental, a gente entra sim”, concluiu.

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