Até bajulador reclama: promessa vale mais que fidelidade na gestão

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O desabafo já não fica mais restrito aos bastidores. Em tom alto, pelas ruas, alguns apoiadores soltam sem filtro: “até nós que puxa saco não garantiu o que você garantiu”. A frase, carregada de frustração, escancara o clima interno.

O que antes era visto como base fiel começa a demonstrar incômodo. A sensação é de que a lealdade antiga perdeu espaço para novos arranjos, onde promessa e conveniência falam mais alto.

Outro aspecto relevante é a abertura de espaço para colunistas, pseudojuristas e até estagiários de direito, que passam a ocupar posições e adquirir mais visibilidade do que apoiadores históricos. Para muitos, isso não é renovação, mas substituição seletiva.

Nos corredores, a leitura é direta: não basta defender, é preciso pressionar ou ter algo a oferecer em troca.

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