Em meio aos gargalos da aviação comercial no Brasil, com voos lotados e infraestrutura limitada, a aviação executiva vive um momento de expansão acelerada — especialmente no Centro-Oeste, onde o agronegócio exige rapidez, exclusividade e mobilidade. Atenta a esse cenário, a Bom Futuro, uma das maiores empresas do setor agropecuário do país, inaugurou em Cuiabá o Terminal de Aviação Executiva Luzia Maggi Scheffer, considerado o mais moderno da região.
Com um investimento de R$ 20 milhões, o terminal oferece uma estrutura de alto padrão, pensada para empresários e pilotos que precisam de conforto, agilidade e produtividade. A localização também é estratégica: o novo espaço fica a apenas 10 minutos do centro administrativo da capital mato-grossense, facilitando ainda mais o deslocamento de quem comanda grandes operações no campo e nos negócios.
Números que impressionam:
- 6 mil voos por ano operam no aeroporto executivo de Cuiabá;
- 20 mil passageiros circulam pelo terminal anualmente;
- Pista de 1.557 metros, com capacidade para aeronaves de diversos portes
- Operações noturnas, com iluminação e empresas de abastecimento
- Cinco hangares e infraestrutura completa para jatinhos

O que o Terminal Luzia Maggi Scheffer oferece?
- Área VIP para passageiros e tripulação;
- Estacionamento coberto e recarga para carros elétricos;
- Alojamento para pilotos, academia, duchas e serviço de valet;
- Centro comercial, sala de reuniões, sala de cinema e jogos;
- Lago artificial e ambiente pensado para negócios e relaxamento
A nova estrutura atende um público em constante crescimento: os empresários do agro, que precisam cruzar estados e regiões com rapidez para fechar negócios e gerir propriedades. Atualmente, cerca de 10% da movimentação do aeroporto é da própria Bom Futuro, o que evidencia a demanda e o potencial da iniciativa.
O aeroporto executivo começou a ser estruturado em 2011 e, com a nova fase, reforça a vocação de Cuiabá como hub estratégico da aviação executiva no Centro-Oeste.
Enquanto a aviação comercial enfrenta dificuldades, o agro voa alto — com pista, hangar e terminal de primeira classe.
(Com informações da Assessoria)





























