Virginia defende pena de morte para assassinos e cobra leis mais rígidas contra feminicídio

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Virgínia Mendes, primeira-dama de Mato Grosso, voltou a pedir nesta quarta-feira (8) que o Brasil adote a pena de morte para criminosos, inclusive nos casos de feminicídio. Ela direcionou sua cobrança ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao Congresso Nacional, exigindo uma revisão urgente das leis para combater a violência.

“É fundamental que o presidente Lula tome uma posição firme, pois são mulheres que estão morrendo. Ele governa para todo o país e precisa agir para mudar as leis. Só ele tem o poder para fazer isso acontecer”, afirmou Virgínia.

Além de defender a pena de morte, Virgínia também se posicionou a favor da prisão perpétua, criticando o sistema penal brasileiro, que considera antiquado e ineficaz.

“As leis atuais do Brasil são ultrapassadas. Quem matou e teve sua culpa comprovada deve ser punido com pena de morte”, disse a primeira-dama.

Ela reconheceu, porém, que a implementação da pena de morte no país enfrenta obstáculos jurídicos e culturais.

“No Brasil, é muito difícil implantar a pena de morte, infelizmente. Falta legislação mais rigorosa”, ressaltou, destacando que mudanças dependem da aprovação de deputados e senadores em Brasília. “Governadores e prefeitos não têm competência para alterar essa questão”, completou.

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Virgínia também criticou a eficácia das medidas de proteção às mulheres vítimas de violência, como o botão do pânico e a tornozeleira eletrônica.

“Mesmo com essas ferramentas, os agressores encontram formas de agir. Muitas vezes, a mulher está em um bar com amigas e o agressor aparece, mesmo usando tornozeleira. Não há como impedir essas tragédias, nem com polícia para cada vítima”, lamentou.

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