Várzea Grande registrou 3.023 casos confirmados de chikungunya em 2025, segundo dados do Painel de Arboviroses da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES/MT). Apesar do número expressivo, o município permanece com classificação de incidência no nível 1, o mais baixo da escala de monitoramento da doença.
Ao todo, foram 4.395 casos prováveis da arbovirose e 3.300 confirmações até o momento. O pico de notificações ocorreu entre as semanas epidemiológicas 9 e 10, com 471 e 426 registros, respectivamente. Após esse período, os dados mostram uma queda contínua nas notificações.
O levantamento também aponta que a maioria dos infectados é do sexo feminino, representando 60,5% dos casos, enquanto os homens correspondem a 39,5%. Sobre os critérios de confirmação, 37,16% dos diagnósticos foram feitos por avaliação clínico-epidemiológica, 32,04% por exames laboratoriais, e 23,89% dos casos ainda estão sob investigação.
Entre as faixas etárias mais atingidas, destacam-se os jovens de 15 a 19 anos e 20 a 24 anos, ambos com 298 casos prováveis, seguidos pelos adolescentes de 10 a 14 anos, com 294 registros. Em quase todas as faixas, o número de casos entre homens é ligeiramente superior ao de mulheres.
Apesar da manutenção do nível de alerta mais baixo, as autoridades em saúde reforçam a importância da prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da chikungunya, dengue e zika. Medidas como eliminação de criadouros, uso de repelente e atenção aos sintomas continuam sendo fundamentais para evitar novos surtos.


























