O escritório de campanha do deputado estadual Thiago Silva (MDB), candidato à reeleição, foi invadido durante a madrugada desta quarta-feira (23), em Rondonópolis. O imóvel, localizado no bairro Monte Líbano, teve portas, portão e janelas danificados, além de documentos e materiais eleitorais levados.
Segundo informações registradas pela Polícia Militar, os invasores arrombaram diferentes pontos do prédio e reviraram o interior do escritório. Gavetas e mesas foram abertas e parte dos vidros da entrada e dos fundos do imóvel também foi quebrada.
Entre os objetos furtados estão documentos e panfletos utilizados na campanha eleitoral. Durante a vistoria, policiais encontraram ainda uma faca de grande porte, uma ferramenta que pode ter sido usada para forçar a abertura de portas e marcas de sangue em dois cômodos.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para analisar o imóvel e recolher possíveis vestígios que possam ajudar na identificação dos responsáveis. A equipe de campanha também trabalha para reunir imagens de câmeras de segurança instaladas nas proximidades.
A possibilidade de que o crime tenha relação com a disputa eleitoral está entre as linhas investigativas levantadas pelas autoridades, considerando que o alvo foi um escritório de campanha e que materiais eleitorais foram levados. A hipótese, porém, ainda depende da apuração e não foi confirmada oficialmente.
Após o episódio, Thiago Silva afirmou que outros materiais de campanha já teriam sido retirados ou danificados durante o período eleitoral. O parlamentar disse que pretende aguardar a identificação dos envolvidos e a conclusão das investigações.
“Infelizmente, sofremos mais esse ataque, entre outros que têm ocorrido praticamente toda semana durante a campanha e ao longo do ano”, afirmou o deputado.
O candidato também declarou que o episódio não deverá interromper as atividades eleitorais.
“Essa ação não irá nos intimidar”, disse.
O caso foi registrado em boletim de ocorrência e deverá ser investigado pelas autoridades competentes. Até o momento, não havia informação sobre suspeitos identificados ou presos.






















